No mundo de hoje, violência é algo que se vê todo dia. Não só violência física; há também a violência verbal, moral e espiritual. Isso está se tornando cada vez mais comum às pessoas. Nossa mente já se adaptou aos problemas do dia-a-dia.
Mas será que o homem está se tornando um ser tão indigno? Desde quando a violência resolve alguma coisa? Ignorância.
O mais intrigante é que as pessoas aceitam isso. Aceitam ser rebaixadas pelas outras, aceitam fazer parte de um ciclo de constrangimento. O que se passa pela cabeça de uma pessoa quando ela pensa em descontar seus problemas em coisas que não têm haver com o seu caos pessoal? Medo? Inveja? Ódio? Garantia de que ela não é a única a sofrer?
Até os pobres animais entram nessa dança mortal. Seres vivos que vivem em seus próprios “mundos”, próprios espaços. Acabam por satisfazer a necessidade e, absurdamente, a vaidade do homem.
E então nos perguntamos: por que os problemas mundiais não têm fim?
Ora, não será porque nós mesmos, seres humanos, que somos o problema?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O Poço da Escuridão
O céu azul
Se transformou em trevas.
O chão em que eu pisava
De repente se apagou.
Tudo o que eu guardava
Se explodiu em palavras
O sangue jorrou dos meus olhos,
Enquanto tudo fundiu-se em um borrão.
Minha consciência morreu.
Minha sanidade fugiu.
E antes de afundar na escuridão,
Tentei alcançar a tua mão;
Em vão.
Amanda Callafange.
Se transformou em trevas.
O chão em que eu pisava
De repente se apagou.
Tudo o que eu guardava
Se explodiu em palavras
O sangue jorrou dos meus olhos,
Enquanto tudo fundiu-se em um borrão.
Minha consciência morreu.
Minha sanidade fugiu.
E antes de afundar na escuridão,
Tentei alcançar a tua mão;
Em vão.
Amanda Callafange.
terça-feira, 29 de julho de 2008
domingo, 15 de junho de 2008
Morte Lenta
Se eu pudesses
Simplesmente gelar o meu coração
Eu já o teria feito
Mas eu não posso.
Corpo que arde em chamas
Mente que se dispersa
Gritos que ecoam
Na escuridão da minha alma.
Se eu pudesses
Simplesmente explodir em mil fragmentos
Eu já o teria feito
Mas eu não posso...
A melodia que entra em meus ouvidos
Se torna um ruído
Enquanto eu durmo
Para sempre.
___
Cleber
Eu sei que você provavelmente não lerá isso...
Mas eu estou com saudade, querido amigo...
Espero que esteja bem.
Simplesmente gelar o meu coração
Eu já o teria feito
Mas eu não posso.
Corpo que arde em chamas
Mente que se dispersa
Gritos que ecoam
Na escuridão da minha alma.
Se eu pudesses
Simplesmente explodir em mil fragmentos
Eu já o teria feito
Mas eu não posso...
A melodia que entra em meus ouvidos
Se torna um ruído
Enquanto eu durmo
Para sempre.
___
Cleber
Eu sei que você provavelmente não lerá isso...
Mas eu estou com saudade, querido amigo...
Espero que esteja bem.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Sentimentos Falsos
O mundo está caótico
Pessoas com um andar robótico
A maldição do azar
Reina agora sobre mim
O que foi que eu fiz
Para o Senhor do Mal me deixar assim?
Parece que eu não encaixo com ninguém
Vejo sentimentos falsos
Em corpos dormindo
Parece que as máscaras estão ruindo.
Eu quero ficar sozinha
Ahh, me deixem em paz
Sombras que o meu coração faz.
Ah, o vento
Vento que sopra a minha face pálida
Que tem um lado escuro
Que maltrata crianças e destrói o muro
Façam silêncio, por favor...
Observo essas pessoas com horror
Horror de quem tem sentimentos falsos
Falsidade. Isso vem aos montes.
Pessoas com um andar robótico
A maldição do azar
Reina agora sobre mim
O que foi que eu fiz
Para o Senhor do Mal me deixar assim?
Parece que eu não encaixo com ninguém
Vejo sentimentos falsos
Em corpos dormindo
Parece que as máscaras estão ruindo.
Eu quero ficar sozinha
Ahh, me deixem em paz
Sombras que o meu coração faz.
Ah, o vento
Vento que sopra a minha face pálida
Que tem um lado escuro
Que maltrata crianças e destrói o muro
Façam silêncio, por favor...
Observo essas pessoas com horror
Horror de quem tem sentimentos falsos
Falsidade. Isso vem aos montes.
sábado, 22 de março de 2008
O cheiro de sangue podre era fétido. Ele tinha uma faca em uma mão e uma cabeça em outra. Tentava andar, mas eram tantos cadáveres que era possível se perder ali.
Ele não ligava. Não ligava para mais nada. Não ligava em matar. Ele perdera todos os sentidos.
Jogou a cabeça para longe, e com a própria faca foi serrando lentamente seu pescoço... Lentamente... Foi perdendo suas forças e não conseguiu terminar de cortar. Caiu no chão e demorou a morrer.
Agora era só mais um cadáver em decomposição.
Sorte dos corvos.
Ele não ligava. Não ligava para mais nada. Não ligava em matar. Ele perdera todos os sentidos.
Jogou a cabeça para longe, e com a própria faca foi serrando lentamente seu pescoço... Lentamente... Foi perdendo suas forças e não conseguiu terminar de cortar. Caiu no chão e demorou a morrer.
Agora era só mais um cadáver em decomposição.
Sorte dos corvos.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Eu encarava aquele olhar mórbido enquanto respirava meus últimos segundos no mundo.
Seus lábios se abriam em um sorriso malicioso, e o pude ouvir sussurrar uma canção sinistra por entre os dentes. Aquele ritmo me embalou até o último suspiro. Depois caí em seus braços e me deliciei com o sono eterno.
Ahh, enfim paz.
Seus lábios se abriam em um sorriso malicioso, e o pude ouvir sussurrar uma canção sinistra por entre os dentes. Aquele ritmo me embalou até o último suspiro. Depois caí em seus braços e me deliciei com o sono eterno.
Ahh, enfim paz.
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